terça-feira, março 30, 2010

Um ser quimérico

"O tédio de um guarda
de latrinas.
Aquele banco,
olhos sem dádiva:
térmita despida de asas,
luz de caverna,
temente de ser devorada
por inimigo implacável
( a formiga destruidora)
Bom é ouvir
àgua
e no prato
compassivas moedas."

Ant'onio Osório, Luz Fraterna,Assírio&Alvim

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