domingo, novembro 10, 2013
quarta-feira, novembro 06, 2013
Emigrantes
A onda de emigração que hoje está a exaurir o nosso país é ainda mais dramática que a da década de sessenta.
Por uma razão simples.
Um país pobre, sob ameaça de uma guerra global ( é uma guerra económica, mas ainda assim estamos em guerra), está a perder o que de melhor, único e insubstituível tem um país - as pessoas.
Pessoas que são sobretudo jovens qualificados.
O impacto que isto vai ter num país semiperiférico é absolutamente brutal. Na produtividade, na capacidade criativa e de renovação, nos indicadores e desenvolvimento. Saem os jovens e crianças, saem muitas mulheres. Daqui a vinte anos se fará o balanço disto noutros indicadores, como a staxas de natalidade e no envelhecimento populacional.
Por uma razão simples.
Um país pobre, sob ameaça de uma guerra global ( é uma guerra económica, mas ainda assim estamos em guerra), está a perder o que de melhor, único e insubstituível tem um país - as pessoas.
Pessoas que são sobretudo jovens qualificados.
O impacto que isto vai ter num país semiperiférico é absolutamente brutal. Na produtividade, na capacidade criativa e de renovação, nos indicadores e desenvolvimento. Saem os jovens e crianças, saem muitas mulheres. Daqui a vinte anos se fará o balanço disto noutros indicadores, como a staxas de natalidade e no envelhecimento populacional.
Em apenas três anos, Portugal está a ser destruído.
Aldrabões.
Os ministros mentem à fartazana como quem respira. Um despautério que deixaria corado qualquer proxeneta ou dealer de rua.
domingo, novembro 03, 2013
Do Portugal comtemporâneo
Quando leio as crónicas de Pedro Arroja ( uma estimável pessoa), sobre questões políticas e sociais tenho sempre a mesma impressão. De bizarria . Normalmente são conceitos pretensamente colados à pressa com uma mistela de pseudo-racionalidade.O discurso é circular e tangencial, hiperconservador e neocon. Lembra-me muito as conversas online da Alexandra Solnado sobre questões místicas. A minha primeira impressão é a mesma - o pasmo. Como pode alguém acreditar nisto? A segunda questão é mais aguda. Como pode alguém deixar-se convencer por isto?
quarta-feira, outubro 30, 2013
Veritas
El capo dei lefebvriani ataca o papa Francisco. É um título interessante . Em italiano soa próximo da realidade - "el capo" relembra a organizações mafiosas, que actuam na sombra e a pandilha dos tridentinos aproxima-se bastante disso.
A tendencial infalibilidade papal aplica-se ou não?
"O
Vaticano II foi uma releitura do Evangelho à luz da cultura
contemporânea. Produziu um movimento de renovação que vem simplesmente
do próprio Evangelho. Os frutos são enormes. Basta recordar a liturgia. O
trabalho da reforma litúrgica foi um serviço ao povo como releitura do
Evangelho a partir de uma situação histórica concreta. Sim, existem
linhas de hermenêutica de continuidade e de descontinuidade. Todavia,
uma coisa é clara: a dinâmica de leitura do Evangelho no hoje, que é
própria do Concílio, é absolutamente irreversível."
Papa Francisco
O tempo, esse addmirável escultor.
Ora finalmente de regresso a este blogue, que já faz quase nove anos!. Nove anos é uma eternidade na vertigem dos tempos que correm. A blogosfera floresceu e feneceu em três tempos, quando mais em nove anos. Portanto, é bom saber que sobrevivi nove anos!
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