sábado, maio 02, 2009

Um corpo é sempre virgem se a alma o for também.

Por isso pode haver putas virgens.

E virgens bastante putas.

Himenoplastias

A sério ando com tanto trabalho e tanta responsabilidade que só mesmo estes pequenos momentos de relax bloguístico para rir á gargalhada. ESta anedota do clube das virgens serviu para umas boas risadas este serão.

Primeiro, foi ler os mais hilariantes estatutos que se possam imaginar, depois foi a pergunta erótica da virgenzinha militante:"Mas o que é que nas mulheres representa esse estado de pureza? Claro esta...o himen... ha quem diga que a mulher fazendo sexo oral ou anal sem ter por consegquencia tido o rompimento do himen continua casta, sera? "

Mas que virgenzinhas tão perversas.

sexta-feira, maio 01, 2009

Clube das virgens sem candidatas

Eu sei que é bastante surreal alguém vir a público proclamar que tem uma película intacta e fazer disso um clube de diversão.

Mas parece que a pobre virgem está só. Se é que é mesmo virgem. Parece que afinal, segundo confessa tristemente a senhora de 26 anos, os homens fogem das virgens.... como o diabo da cruz. Pudera.

Sagrados valores monárquicos.

Parece que um dos mais relevantes e titilantes temas ideológicos da monarquia diz respeito aos bigodes. Discute-se com afanosa militância política o problema do Bigode Monárquico.
" Nada tenho contra o fomento do Bigode Monárquico. Conheço grandes monárquicos de bigode lustroso, outros de bigode aparado, outros de suissas, outros já sem qualquer protecção pilosa. Os primeiros fazem do reviver do tufo capilar uma questão de honra, encrustada nos armoriais dos avoengos e do espírito novecentista que gostariam de reviver. Os segundos e terceiros fazem-no para esconder algumas imperfeições faciais, insuficiências e inseguranças." confessa o inefável corcunda.

Parece-me essa a explicação bastante prosaica para tão untuoso adereço. Os valores morais implícitos partilham também esta untuosidade da alma, por trás da pilosidade facial.

Mas a profundidade do tema monárquico relembrou-me esta velha discussão:

Sagrados valores da família na monarquia

Afonso V de Portugal casou em segunda snúpcias com uma sobrinha directa, muitíssimo mais nova. Incesto e pedofilia reais, beatificamente apagadas por uma especial bula papal.

Para olvidar o incesto, não a pedofilia, que isso era prática corrente de somenos importância.

Mariana de Áustria, nascida em Viena em 24 de dezembro de 1635 ainda criança foi prometida em casamento ao seu primpo direito, o infante Baltasar Carlos, príncipe herdeiro de Portugal e espanha.

Como o prometido morreu precocemente, a criança, então com treze ou catorze anos foi obrigada a casar com o pai do prometido noivo - nada mais nada menos que o seu tio directo, trinta anos mais velho.

De facto, morte do Príncipe deixou Felipe IV de Espanha sem um herdeiro directo, já qua a sua esposa havia falecido em 1644 durante um parto. O rei teve então que arranjar uma nova esposa que lhe desse filhos rapidamente.

Assim foi. A criança foi entregue as desvarios libidinosos do tio e rapidamente pariu cinco filhos.

Felizmente para ela, enviuvou aos 27 anos, « amargada, rígida, adusta, siempre envuelta en vestiduras y velos negros».
Pudera. Uma criança Violada por um tio sob a benção matrimonial.
Sobreviveu até tarde graças á viuvez precoce.
A mesma sorte não tiveram tanta soutras rainhas, mortas na sua função de parideiras desde a primeira mesntruação até á menopausa. Não passavam de uma prostitutas reais. Literalmente.
Noblesse oblige.

Valores monárquicos

Um dos valores mais marcantes nas monarquias tradicionais - portuguesa incluída dizia respeito à utilização das mulheres de linhagem real como moeda de troca política.
Criadas para ser fornicadas e parir herdeiros da coroa, sabiam desde pequeninas que o seu destino era casar ainda crianças, muitas vezes em enlaces que hoje classificariamos sem custo de pedofilia.
Não apenas o casamentos repetido de primos direitos ( duplamente) era banal, como o incesto era comum. Nas famílias reais europeias, o casamento entre sobrinhas e tios directos era frequentíssimo. Normalmente as sobrinhas tinham menos 20 ou 30 anos que os tios, mas nem por isso era considerado atentado à moralidade.
Gerações de consaguinidade originaram taras variáveis e monarcas com deformidades físicas e mentais irreversíveis.

Sobre as obrigações das mulheres


Continuam as divertidas talibans: E nós, mulheres, o que temos a ver com tudo isso? Já falamos, mas iremos repetir: temos obrigação de nos vestir, de tal forma que jamais sejamos ocasião de pecado para o outro: noblesse oblige. "

Não é por nada, mas acho que os homens devem ter precisamente a mesma obrigação.

Andar vestidinhos e abotoados até aopescoço, não mostrar nunca viris braços, camisolas justas a deixar entrever os peitorais, depilar-se com afinco e evitar a todo o custo aquelas calças justas que deixam adivinhar traseiros apetecíveis e ou falos suculentos.

Santa Madonna que o diga, quantas vezes terá caído em pecado devido à tentação da roupa masculina.

Ou à falta dela.

A modéstia ou a morte

Como os talibans católicos e muçulmanos não se cansam de repetir, os homens " olham uma mulher vestida de maneira provocativa e automaticamente seu sistema nervoso dispara. Os hormônios se afloram. Não porque eles querem, mas porque seus corpos automaticamente soltam hormônios que causam este despertar. Deus os deu esta reação para assegurar a sobrevivência da raça humana, mas eles devem controlar-los e usá-los para o propósito que Deus os criou. A meta da nossa vida é que é assegurar que nós iremos dominar as paixões, de forma que elas possam ser úteis a nós. Por isso eles não podem controlar que o despertar aconteceu, mas eles devem controlar como eles irão responder por isso”[7].
Aliás é esta a primeira justificação da obrigatoriedade das BURKAS.
Tadinhos dos taliban , tão prisioneiros dos seus hormónios que se excitam sem controle só de verem um tornozelo.

Daqui a uns anos HAverá mais pedidos de desculpas pelos comportamentos de hoje

"El papa Benedicto XVI "lamentó" este miercóles los abusos que la iglesia católica ha cometido contra los "indígenas, mestizos y esquimales" de Canadá, indicó el Vaticano. "El Papa expresó su pesar por las angustias causadas a los indígenas de Canadá por la conducta deplorable de algunos miembros de la Iglesia", sostiene en un comunicado la Santa Sede. El Papa saludó al término de la audiencia general en el Vaticano a una delegación de la Comunidad Aborígen de Canadá, guiada por Phil Fontaine, líder de la Asamblea Nacional de Nativos y por el presidente de la Conferencia Episcopal Canadiense, monseñor James Weisgerber. El Papa condena tales abusos, que "no pueden ser tolerados" y ora "por todos los que sufren" además de comunicar su "afecto y solidaridad". Desde finales del siglo XIX hasta 1970, más de 150.000 niños indígenas, mestizos y esquimales fueron separados de sus familias y enviados a orfanatos para ser "educados" en escuelas religiosas, católicas y de otras confecciones, donde muchos de ellos sufrieron maltratamientos y abusos sexuales. Unos 80.000 personas están aún con vida. "