segunda-feira, julho 06, 2009

Um novo Bispo de Olinda

Boas notícias a sul .
Olinda tem um novo Bispo !
Na estenda de D. Helder da Câmara, esperemos que o novo Bispo consiga apagar a tenebrosa imagem do bispo anterior.
A aceitação tão rápida da renúncia de Dom José (quando motivos menos importantes são suficientes para prolongar o governo de outros bispos que ultrapassam seus 75 anos) tem um significado. Quando a isto se junta a nomeação de um novo Bispo que faz jus ao nome, as notícias não deixam de ser excelentes.

Rad Trads corações solitários

Eu já suspeitava que os catolaicos tradicionalistas sofrem de pungentes dificuldades no relacionamento amoroso com o sexo oposto ( ou com o mesmo sexo, conforme a orientação sexual)...
Mas ri-me bastante ao encontrar este link num sítio Trad.
Aproveitem, meninas desconsoladas e velhadas solteirões!

Três funerais e um casamento

Tem sido assim nos últimos meses.
Da vida e da morte e nós à volta de caixões como de berços.
Ou a sombra da morte que perpassa e nos toca com as suas asas de esmagadora libertação.
E é mesmo aqui - no coração do amor e da morte - a misteriosa mas profunda e intensa experiência de deus.
Um deus que não precisa de maiúscula porque nada tem de magestático.
O amor não precisa de um qualquer temor reverencial.
Se precisar, não é amor mas outra coisa qualquer. Não é deus mas um ídolo.
Um DEUS magestático que precisa de adulações, libações, incensos, ladainhas em latim e sacrifícios humanos, não é o deus dos cristãos, é uma divindade pagã.

sábado, julho 04, 2009

Comunhão na mão - a vera tradição da Igreja

On rapporte habituellement l’histoire de la communion dans la main de la façon suivante : Depuis la Dernière Cène et au temps des apôtres, on distribuait naturellement la communion dans la main. Il en était également ainsi à l’époque des martyrs et cela s’est poursuivi durant l’âge d’or des Pères de la liturgie, après la paix de Constantin. On distribuait la communion aux fidèles de la façon dont on le fait maintenant . Cette pratique s’est maintenue au moins jusqu’au dixième siècle. Telle fut donc la norme durant la moitié au moins de la vie de l’Église. On en trouve une preuve merveilleuse dans le texte de saint Cyrille de Jérusalem (313-386), dans lequel il conseille aux fidèles de former un trône de leurs mains pour y recevoir le Roi [dans la sainte Communion]. Ce Père de l’Église conseille également de prendre bien soin de tout fragment qui pourrait rester dans la main, car de même qu’on ne laisserait pas tomber sur le sol de la poussière d’or, il faut y veiller plus soigneusement encore lorsqu’il s’agit du Corps du Seigneur.
On pense généralement que le changement dans la manière de recevoir le pain consacré est survenu de la façon suivante : Au cours du Moyen Âge, sont apparues certaines distorsions dans la foi et dans l’approche de la foi qui se sont graduellement développées. Celles-ci incluaient une peur exagérée de Dieu et une préoccupation subséquente en ce qui concerne le péché, le jugement et le châtiment ; une trop grande importance accordée à la divinité du Christ qui consistait virtuellement à nier, ou tout au moins à minimiser Son humanité sacrée ; une exagération du rôle du prêtre dans la liturgie sacrée ; et une perte du sens de la communauté qui constitue, en fait, ce qu’est l’Église. En particulier, en raison d’une importance excessive accordée à l’adoration du Christ dans la sainte Eucharistie et à une approche trop stricte en ce qui concerne les questions morales, la sainte communion était devenue de plus en plus rare. On considérait qu’il était suffisant de contempler l’hostie consacrée au moment de l’élévation. C’est dans cette atmosphère et en raison de ces circonstances qu’on a commencé à restreindre la pratique de la communion dans la main. La pratique du prêtre qui dépose l’hostie consacrée directement dans la bouche du communiant s’est développée et, cela est triste à dire, a été imposée.
Document copié-collé :
voir site : www.christ-roi.net/.../La_co... -

CISMÁTICOS

A pergunta surge e é legítima - porque não foram já tornadas públicas as excomunhões dos responsáveis por ordenações ilegítimas à revelia do Vaticano?
A resposta parece evidente no insuspeito Fratres e Unum:
"Por que o Santo Padre não age? Não pode impor a esses prelados a obediência?”. “Ele fez isso repetidamente e do modo mais cristão. Mas não comanda uma polícia, ou um exército. Recentemente foi mais firme com os dissidentes […] A solução, porém, não é o autoritarismo, porque este somente jogaria gasolina no fogo da revolta. O Santo Padre age para que haja luz. Lembra a todos nós Aquele que levou a cruz e que nela morreu. Em suas mãos leva somente isso, uma cruz; fala sempre do triunfo da Cruz. Aqueles que não querem escutar responderão a Deus” (Ivi,p 402-403).
Uma coisa é certa - cismáticos continuam fora da comunhão com Roma.
Ou seja, por enquanto, não são católicos apostólicos romanos mas outra coisa qualquer

COMUNHÃO NA BOCA : UM RISCO PARA A SAÚDE PÚBLICA

Além de ser uma prática arcaica e nojenta ( pois há sempre o risco de algumas beatas lamberem as mãos do padre que depois vai contagiar com saliva a hóstia do comungante seguinte), a comunhão na boca está ser fortemente criticada pelas entidades sanitárias nos países menos desenvolvidos onde essa prática ainda existe. As razões são o contágio de Gripe A.

Financiamento dos Rad Trads

Bispos falam dos mártires executados por Franco

"Hablan alto y claro. Con humildad, prudencia, moderación y valentía. El documento de los obispos vascos es una rara avis de los pronunciamientos episcopales. Porque, además, de pedir perdón y rehabilitar la memoria de sus curas “ejecutados” por el franquismo, pasan a la acción y convocan un funeral por ellos y toman otras medidas concretas para rehabilitar su memoria silenciada. Eso se llama predicar y dar trigo.
Sorprende, en primer lugar, la humildad del documento. Los obispos se sienten interpelados por su pueblo que, tras la beatificación masiva de los mártires “del siglo XX”, les recordaron a los “catorce sacerdotes ejecutados en los años 1936 y 1937″. Y “escuchan la petición”, reconocen las razones del pueblo y consideran “oportuno cumplir este deber pendiente”.
En segundo lugar, llama la atención lo claro que hablan. Sin subterfugios. La Conferencia episcopal lleva años sin pronunciar la frase “márires de la Guerra Civil”. Substituyéndola por el eufemismo de “mártires del siglo XX”. Los obispos vascos, en cambio, hablan abiertamente de “Guerra Civil” y de “ejecutados” por “quienes vencieron en aquella contienda”.

Ainda sobre as vítimas de Franco, os familiares de PADRES ASSASSINADOS PELAS TROPAS DE FRANCO solicitaram a beatificação destes mártires.

"Los escasos familiares que aún viven de los sacerdotes vascos fusilados por las tropas de Franco en 1936 claman contra la desmemoria. Hermanos y sobrinos de dos de estos religiosos lamentan el silencio y la politización de la ceremonia de beatificación de los mártires del llamado bando nacional, mañana domingo, en Roma.
"La familia conserva como reliquia las cuerdas con las que ataron al cura José
En casa de los Sagarna Uriarte no se ha dejado de hablar ni un solo día de la muerte de José, a los 24 años, el 20 de octubre de 1936. Ni sus dos hermanos supervivientes, Vicenta, de 85 años, y Fidel, sacerdote, de 83, ni sus sobrinas Merche o Izaskun pasan día sin nombrarlo. Zeanuri, la localidad de la Vizcaya profunda donde viven, verá este domingo elevar a los altares a dos lugareños. Sobre la figura de otro de ellos, el sacerdote José, se abate el silencio. Es uno de los 16 religiosos vascos asesinados en los primeros meses de la guerra civil, otra más de las víctimas silenciadas."¿Nosotros somos nadie o qué?", clama con rabia la matriarca Vicenta. "La sangre no es agua, por eso sentimos mucha impotencia ante la ceremonia del Vaticano. ¿Y los nuestros? No estoy en contra de nadie, pero aún no nos han pedido perdón", se queja.José Sagarna Uriarte llevaba un año ordenado cuando un asunto privado le granjeó la inquina de un prócer de Berriatúa, en cuya parroquia era auxiliar. "Al parecer, un señor importante tenía relaciones extramatrimoniales y mi tío denunció esa conducta como impropia en el sermón, sin nombrarlo. El hombre le delató a las tropas franquistas", cuenta su sobrina Izaskun, alcaldesa del PNV de Zeanuri".

quarta-feira, julho 01, 2009

"Deste ponto de vista, continua a ser inaceitável a posição do capitalismo « rígido », que defende o direito exclusivo da propriedade privada dos meios de produção, como um « dogma » intocável na vida económica. O princípio do respeito do trabalho exige que tal direito seja submetido a uma revisão construtiva, tanto em teoria como na prática. Com efeito, se é verdade que o capital — entendido como o conjunto dos meios de produção — é ao mesmo tempo o produto do trabalho de gerações, também é verdade que ele se cria incessantemente graças ao trabalho efectuado com a ajuda do mesmo conjunto dos meios de produção, que aparecem então como um grande « banco » de trabalho, junto do qual, dia-a-dia, a presente geração dos trabalhadores desenvolve a própria actividade. Trata-se aqui, como é óbvio, das diversas espécies de trabalho, não somente do trabalho chamado manual mas também das várias espécies de trabalho intelectual, desde o trabalho de concepção até ao de direcção.
Sob esta luz, as numerosas proposições enunciadas pelos peritos da doutrina social católica e também pelo supremo Magistério da Igreja adquirem um significado de particular relevo. Trata-se de proposições que dizem respeito à compropriedade dos meios de trabalho, à participação dos trabalhadores na gestão e/ou nos lucros das empresas, o chamado « accionariado » do trabalho, e coisas semelhantes. Independentemente da aplicabilidade concreta destas diversas proposições, permanece algo evidente que o reconhecimento da posição justa do trabalho e do homem do trabalho no processo de produção exige várias adaptações, mesmo no âmbito do direito da propriedade dos meios de produção.
João Paulo II

Um Papa progressista e contra o liberalismo económico

Nos próximos dias, como revelou o próprio Papa, vai surgir em público a terceira encíclica do pontificado, desta feita centrada especificamente em temas sociais, tão marcantes do Concílio Vaticano II.

"O Papa indicou que serão retomados os temas tratados na "Populorum Progressio", documento de referência para a Doutrina Social da Igreja, publicado em 1967 por Paulo VI.
Responsáveis do Vaticano já adiantaram que, neste texto, Bento XVI manifestará a necessidade de potencializar um humanismo que concilie o desenvolvimento social e económico com o respeito pelo ser humano, que diminua as diferenças entre ricos e pobres.
Ética e mercado não estão de costas viradas, para Bento XVI, e vários responsáveis da Igreja têm subscrito a posição de que a actual crise mostra, sobretudo, uma perda de valores. O ser humano não deve ser um escravo das regras de mercado ou, pior ainda, estar submetido à crença de que as leis desse mercado são boas em si mesmas e levam, necessariamente, ao bem, sem depender da moralidade de cada sujeito.
Os bancos também não ficaram fora da mira do Papa, para quem é preciso que exista "solidariedade em relação às faixas mais enfraquecidas" da população e "apoio à actividade produtiva".

Esperemos que os líderes deo BCP leiam a encíclica.