Boçalidade, violência, agressão, sexismo, homofobia, insulto, humilhação, medo.
Caloiros aterrorizados.
Tubo em nome de uma eventual "integração no mundo académico" e sob o olhar benevolente das instituições académicas, conselhos científicos e pedagógicos, professores incluídos.
domingo, setembro 30, 2007
sábado, setembro 29, 2007
बंदो डी Hipócritas
Ao escutar as dificuldades de uma mulher que tenta educar sózinha a sua filha de três anos , lembrei-me deste post.
Ela tem esta filha por um gesto de generosidade quase heróica.
Mas há uma hipocrisia social que enjoa.
Ela tem esta filha por um gesto de generosidade quase heróica.
Mas há uma hipocrisia social que enjoa.

Algo de extraordinário se está a passar na Birmânia.
Não é apenas a repressão violenta de um regime totalitário sobre as aspirações de liberdade.
Não é apenas esse esforço de resistência ser protagonizado por monges budistas pacifistas.È o impacto que certas imagens têm na consciência global e o aparecimento de novas formas de resistência através das novas tecnologias da informação.
Entretanto, enquanto escrevo, uma das prioridades do governo birmanês é desactivar tudo o que permita ligações à Internet
Dia Europeu contra a Pena de Morte, a 10 de Outubro.
Boas notícias - apesar dos seus esforços, os catolicíssimos gémeos polacos não puderam impedir que a Europa tenha Dia Europeu contra a Pena de Morte, a 10 de Outubro.
A reaccção dos polacos Não é de estranhar, já que, como recordou o líder bancada socialista, o presidente polaco é um saudosista da pena de morte. Lech Kacznski tinha afirmado recentemente ser ter sido, ser e continuar a ser "favorável à pena de morte. Regressar à pena de morte na Europa não é possível, hoje em dia, mas espero" - disse - "que, no futuro, haja um clima mais favorável."
Nas bancadas, um eurodeputado polaco replicou imediatamente a Martin Schulz, acusando-o de "censura". Konrad Szymánski defende - tal como o governo polaco já fizera - que, para discutir o humanismo na Europa, não basta falar da pena de morte. É preciso avançar para uma discussão sobre o aborto e a eutanásia também.”
Ou seja, os defensores da proibição total do aborto são a favor da pena de morte.
O que tem todo o sentido. Afinal, para eles a vida humana nada conta. Só a vida dos embriões tem valor.
A reaccção dos polacos Não é de estranhar, já que, como recordou o líder bancada socialista, o presidente polaco é um saudosista da pena de morte. Lech Kacznski tinha afirmado recentemente ser ter sido, ser e continuar a ser "favorável à pena de morte. Regressar à pena de morte na Europa não é possível, hoje em dia, mas espero" - disse - "que, no futuro, haja um clima mais favorável."
Nas bancadas, um eurodeputado polaco replicou imediatamente a Martin Schulz, acusando-o de "censura". Konrad Szymánski defende - tal como o governo polaco já fizera - que, para discutir o humanismo na Europa, não basta falar da pena de morte. É preciso avançar para uma discussão sobre o aborto e a eutanásia também.”
Ou seja, os defensores da proibição total do aborto são a favor da pena de morte.
O que tem todo o sentido. Afinal, para eles a vida humana nada conta. Só a vida dos embriões tem valor.
sexta-feira, setembro 28, 2007
Mães à beira de um ataque de nervos
Primeiro dia de escola do nono ano. - Directora de turma solícita tenta a integração e o conhecimento dos novos miúdos, com o preenchimento das fichas previsíveis.
Pergunta:
- Qual a tua relação com a escola?
Resposta em caligrafia cuidadosa.
- Uma relação de divórcio com problemas por resolver.
Mães à beira de um ataque de nervos
Ao beber um chá ao fim da tarde, deixei a chávena poisada na mesa enquanto acorri a uma solicitação do filho mais novo. Quando voltei para beber apercebi-me que a chávena estava praticamente vazia.
- Meninos, quem bebeu o meu chá?
- Fui eu mãe, mas não to roubei, foi por pena. Vi a o chá aí sozinho na mesa e pensei – haverá alguma coisa mais triste que uma chávena de chá sozinha, sem ninguém para o beber?
- Meninos, quem bebeu o meu chá?
- Fui eu mãe, mas não to roubei, foi por pena. Vi a o chá aí sozinho na mesa e pensei – haverá alguma coisa mais triste que uma chávena de chá sozinha, sem ninguém para o beber?
sábado, setembro 22, 2007
Não se trata de gostar ou não gostar do formato de um blogue.
Quando se descrevem num Blogue chamado confessionário situações explícitas e concretas reveladas em confissão - ainda que sejam alegadamente fictícias - fica sempre no ar a suspeição de que um padre está a violar publicamente o segredo da confissão.
Por mais " capacidade ficcional" que o referido padre tenha, a forma como essas situações são descritas e apresentadas têm subjacente a ideia de que o segredo da confissão não existe e que a intimidade das "paroquianas",
assim descrita despudoradamente tende a ser objecto de devassa mais ou menos voyeurista.
Não é por acaso que os reincidentes comentadores e utilizadores nas caixas de comentários assumem estes relatos de confissões como "verdadeiros".
Sei, da minha experiência de escrita, que o que quer que se construa em termos ficcionais se baseia sempre em realidades, filtradas aqui e acolá, captadas sobre factos verídicos e pessoas concretas.
Não há relatos completamente ficcionados.
A imagem que este blogue dá, enquento reflexo da realidade, é que o "confessionário" não virtual é um lugar privilegiado das coscuvilhices mais ou menos obscenas, que os padres devem comentar entre si e que são aqui divulgadas por um padre, para delícia dos leitores.
Por isso mesmo, acho que este blogue tem um importante papel terapêutico - afasta ainda mais as pessoas dos confessionários e das confissões "reais".
E quanto ás caixas de comentários, sao igualmente reveladoras de um certo tipo de"Moral paroquiana", com revelações que mereceriam análise aprofundada por parte da hierarquia - desde maridos catolicamente infieis, passando por beatas que falam dos seus "affaires com padres" até denúncias de abusos sexuais de padres sobre mulheres fragilizadas, tudo em tom de revelação banal.
Enfim, a moral católica no seu esplendor de hipocrisia só possível num confessionário virtual.
Já agora, não deixa de ter a sua piada ( outras interpretaçõe são possíveis) que os relatos de natureza sexual "em confissão" são sempre no feminino.
Quando se descrevem num Blogue chamado confessionário situações explícitas e concretas reveladas em confissão - ainda que sejam alegadamente fictícias - fica sempre no ar a suspeição de que um padre está a violar publicamente o segredo da confissão.
Por mais " capacidade ficcional" que o referido padre tenha, a forma como essas situações são descritas e apresentadas têm subjacente a ideia de que o segredo da confissão não existe e que a intimidade das "paroquianas",
assim descrita despudoradamente tende a ser objecto de devassa mais ou menos voyeurista.
Não é por acaso que os reincidentes comentadores e utilizadores nas caixas de comentários assumem estes relatos de confissões como "verdadeiros".
Sei, da minha experiência de escrita, que o que quer que se construa em termos ficcionais se baseia sempre em realidades, filtradas aqui e acolá, captadas sobre factos verídicos e pessoas concretas.
Não há relatos completamente ficcionados.
A imagem que este blogue dá, enquento reflexo da realidade, é que o "confessionário" não virtual é um lugar privilegiado das coscuvilhices mais ou menos obscenas, que os padres devem comentar entre si e que são aqui divulgadas por um padre, para delícia dos leitores.
Por isso mesmo, acho que este blogue tem um importante papel terapêutico - afasta ainda mais as pessoas dos confessionários e das confissões "reais".
E quanto ás caixas de comentários, sao igualmente reveladoras de um certo tipo de"Moral paroquiana", com revelações que mereceriam análise aprofundada por parte da hierarquia - desde maridos catolicamente infieis, passando por beatas que falam dos seus "affaires com padres" até denúncias de abusos sexuais de padres sobre mulheres fragilizadas, tudo em tom de revelação banal.
Enfim, a moral católica no seu esplendor de hipocrisia só possível num confessionário virtual.
Já agora, não deixa de ter a sua piada ( outras interpretaçõe são possíveis) que os relatos de natureza sexual "em confissão" são sempre no feminino.
quarta-feira, setembro 19, 2007
Perguntas
Em dois casos recentes de brutais homicídios em Portugal os autores tinham sido previamente diagnosticados com depressão e estavam sob medicação psiquiátrica.
E ninguém investiga que protocolo farmacológico estavam a fazer?
Não necessitariam estas pessoas de internamento e de monitorização clínica mais eficaz?
São casos absolutamente imprevisíveis?
E ninguém investiga que protocolo farmacológico estavam a fazer?
Não necessitariam estas pessoas de internamento e de monitorização clínica mais eficaz?
São casos absolutamente imprevisíveis?
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