sexta-feira, agosto 03, 2007

O calor tem destas coisas. Damos por nós a ouvir como música de fundo o inefável programa da Júlia . Não é julinha, nem senhora julia, nem dona júlia, nem stora julia, com que alguns convidados, prestimosamente a mimam. E de repente, no programa da Júlia, a propósito de fenómenos estranhos, como premonições e contactos com o além.. .chama-se a voz da ciência. E ela parece, inefável, “encarnada” numa senhora que se diz psicóloga clínica e que proclama a sua euforia por poder falar publicamente sobre "fenómenos da espiritualidade".
E que afirma essa senhora, da cátedra da sua ciência? Afirma que há estudos científicos que comprovam a mediuinidade (quais??) e vai mesmo mais longe... Afirma a senhora, sem pestanejar que sim senhor, que até temos uma glândula pineal que capta ondas electromagnéticas que são transmitidas ao córtex e bla bla bla...
A populaça, rendida , aplaude. Teria mais utilidade uma explicação do professor Karamba.
A para-ciência, servida em fatias. Haverá uma ordem dos psicólogos?

quinta-feira, julho 12, 2007

Poderiamos ter fabricado a esperança de mil maneiras.
Contar-nos pequenas histórias de adormecer crianças.
Ser dóceis por rebeldia.
Fingir-nos novos,antes de nos entregarmos.

Preferimos arquivar memórias a despojar-nos da noite.

De uma forma ou doutra, a liberdade enreda-nos

Ausências

Mulheres

Um dia,
encontraremos o nosso lugar
à mesa do mundo.
E tudo será sagrado



sexta-feira, junho 29, 2007

Orquestra Sinfónica Juvenil de Chacao

Na venezuela, um projecto musical retira meninos das malhas da pobreza e da marginalidade através da música clássica. A Orquestra Sinfónica Juvenil de Chacao foi fundada em 1994, por iniciativa da Câmara Municipal de Chacao, tem 75 elementos com idades compreendidas entre 12 e 20 anos e faz parte do Sistema Nacional de Orquestras Sinfónicas Juvenis e Infantis da Venezuela, que foi fundado há 32 anos pelo maestro José António Abreu.
A alegria da música e um projecto social. A alegria contagiante dos jovens executantes ...


Talvez seja da ausência completa da noite nesta época do ano que os sentidos se tornam mais agudos a esta latitude. De resto, pouco mais somos que pedaços de luz que se movem.