Que eu saiba, nem o Governo nem o PM contraram nenhuma empresa privada de marketing para financiar uma campanha pelo Não.
Pelo que a sua ideia de que o erário público está a suportar tal campanha é uma ideia ridícula.
Aliás, a alteração da lei - a despenalização do aborto até às dez semanas - constava do programa eleitoral do PS que foi sufragado eleitoralmente com maioria absoluta.
Ou seja, a AR teria em termos teóricos, toda a legitimidade democrática para legislar sobre o tema.
Eu näo.
ResponderEliminarEu não tenho assim tanta certeza...
ResponderEliminarEu tenho.
ResponderEliminar"Tu o dizes..."
ResponderEliminarE quem financia a campanha do SIM, aquela que é feita pelo Ministro da Saúde, pelo Primeiro-Ministro e pela televisão do Estado?
ResponderEliminarOs nossos impostos, claro.
Que eu saiba, nem o Governo nem o PM contraram nenhuma empresa privada de marketing para financiar uma campanha pelo Não.
ResponderEliminarPelo que a sua ideia de que o erário público está a suportar tal campanha é uma ideia ridícula.
Aliás, a alteração da lei - a despenalização do aborto até às dez semanas - constava do programa eleitoral do PS que foi sufragado eleitoralmente com maioria absoluta.
Ou seja, a AR teria em termos teóricos, toda a legitimidade democrática para legislar sobre o tema.